Business Manners – Etiqueta Empresarial
Informações
Data: 21 de fevereiro de 2010
Horário: 9:40
Local: Chiryu-Shi
Jal Academy
A Jal Academy é uma das maiores instituições de treinamento intercultural no Japão.
Oferecendo uma vasta gama de programas de treinamento intercultural e consultoria direcionados a desenvolver eficácia global - as atitudes, conhecimento e habilidades necessárias para operar com eficácia em diversas culturas.
Bem vindo ao Japão : Como se adaptar à cultura japonesa, e o impacto da cultura na comunicação cotidiana. Este curso tem como foco como sobreviver neste novo ambiente, e como desenvolver estratégias para melhor aceitar as diferenças ao invés de lutar contra elas.
Estudos Localizados: Uma série de estudos culturais específicos, oferecendo um panorama detalhado de diretrizes práticas para a condução de negócios em mais de 30 países na Ásia, Europa, Oriente Médio, Oceania e nas Américas.
Business Manners
Aprenda como eles se apresentam, comunicam e se comportam nos negócios.
8 horas de treinamento
Conteúdo do curso
9:00 Orientação de como se comportar dentro da empresa, tradições e costumes.
9:30 Como o cliente ter uma boa impressão sua (forte e fraco)
12;00 Maneira de se comportar aparentemente.
13:00 5 regras fundamentais pra ser reconhecido na empresa
14:30 Palavras corretas e a comunicação
15:00 Estilo de business no Japão
17:00 Feedback do instrutor e revisar tudo o que foi estudado.
Expandir ou desaparecer
O empresariado brasileiro no Japão tem sentido na carne os reflexos nefastos da crise. Demissões, retorno em massa de brasileiros, falta de crédito para financiamento, todos esses fatores contribuem para uma visível redução de faturamento que realimenta um ciclo vicioso de mais demissões e quebras.
Um dos motivos da gravidade da crise entre os comerciantes brasileiros é justamente o mercado ter se fechado em um nicho, uma bolha estrangeira que insistia em suprir a demanda apenas de uma parcela limitada da população. Mesmo operando no Japão, um pais de língua e cultura tão diferentes do Brasil, os empreendedores brasileiros conseguiam tocar seus negócios apenas com a clientela de compatriotas, usando estratégias e práticas idênticas a que usariam na terra natal. Enquanto o mercado de consumo era capaz de absorver a oferta, as empresas consideravam totalmente desnecessário se aproximar do consumidor japonês, crentes que o investimento em traduções e planejamento não traria o incremento esperado em vendas. Porém, já é mais do que tempo para que as empresas percebam esse engano estratégico. Observando os eventos recentes de vários ângulos, não é difícil chegar a uma única conclusão: vender para o Japão não é mais a escolha dos que ousam. É a escolha dos que sobreviverão.
8 Horas
Incluso
coffee break
Certificado



